segunda-feira, 29 de maio de 2017

Interpretação de texto


PLANO DE AULA

               


1)    IDENTIFICAÇÃO
a)    Turma: 5º ano            
b)   Disciplinas envolvidas:
Língua-portuguesa
c)    Conteúdos:
Leitura e interpretação.

2)    OBJETIVOS ESPECÍFICOS
*      Ler  com compreensão e autonomia;
*      Interpretar as questões;
*      Expressar-se  com eficiência e de forma adequada a diferentes situações comunicativas.
*      Sensibilizar os alunos para características próprias da língua portuguesa, que são na maioria das vezes inconscientes para o falante.
*      Identificar a adequação do uso da língua escrita em veículos diferentes; 
*      Conhecer características discursivas e comunicativas desse gênero;

3)    DESENVOLVIMENTO METODOLÓGICO:
1º momento. Realizar a leitura silenciosa dos textos. Após, responder as questões com tranquilidade e compreensão; Fazer a correção individual, ler novamente os textos e as perguntas tirando dúvidas ou reinterando suas respostas. 

RECURSOS DIDÁTICOS: Xerox; Quadro negro, materiais escolares diversos.

4)    AVALIAÇÃO:
Verificar a fluência na leitura, observar a participação dos alunos, bem como a resolução das atividades.

REFERÊNCIAS http://www.cmrj.ensino.eb.br/cmrj/concursos/admissao/provas/2009/PRVPORT609.pdf



TEXTO I
Artigo 31 da Convenção dos Direitos da Criança da ONU Toda criança tem direito ao descanso e ao lazer, à participação em jogos e atividades recreativas apropriadas a sua idade, e à vivência plena da vida cultural e das artes em condições de igualdade.
(Texto adaptado. Original disponível em: http://www.unicef.pt/docs/pdf_publicacoes/convencao_direitos_crianca2004.pdf. Acesso em: 24 out. 2009.)

Questão 1. Pode-se deduzir do Artigo 31 da Convenção dos Direitos da Criança e do Adolescente, estabelecida pela ONU, que:
(a) toda criança tem direito à liberdade de opinião e expressão.
(b) todas as crianças nascem livres e iguais em dignidade e direitos.
(c) a toda criança deve ser permitida a possibilidade de ser criança.
(d) toda criança deve ser protegida contra todas as formas de abandono, crueldade e exploração. (e) a toda criança deve ser dado o que lhe é devido, de modo que não se torne motivo de tristeza e exploração.

TEXTO II
Criança feliz, feliz a brincar ( Anna Paula Buchalla)
 As crianças brasileiras não brincam o bastante. Esse é o cenário revelado pela maior e mais minuciosa pesquisa já feita no Brasil sobre o hábito de brincar de meninos e meninas entre 6 e 12 anos. O resultado é preocupante porque dedicar pouco tempo aos jogos pode comprometer o desenvolvimento infantil. Brincar é uma das quatro medidas usadas para avaliar o bem-estar de  uma criança – ao lado da qualidade do sono, da alimentação e da higiene.
Uma combinação de fatores ajuda a explicar por que as brincadeiras se tornaram menos frequentes na vida das crianças. O primeiro deles é que, desde muito cedo, elas se tornam dependentes de televisão, vídeos e computadores. Não  se trata de condenar esses passatempos. O errado é passar muito tempo diante de tais aparelhos. Os meninos e meninas brasileiros são os que mais veem televisão em todo o mundo. Isso lhes consome, em média, três horas e meia por dia. É muito tempo. “Ver televisão não é brincar”, disse a VEJA a psicóloga  Ann Marie, professora de uma Universidade do Canadá.
Por meio das brincadeiras entre pais e filhos, as crianças assimilam o respeito às regras e a necessidade de se perseguir objetivos. Além disso, os jogos compartilhados fortalecem as relações afetivas, que devem ser desenvolvidas desde cedo na criança por meio das brincadeiras com os pais. Afinal, "brincar não é uma característica genética. Brincar é uma atividade que se aprende", diz o educador Celso Antunes, autor de mais de quarenta livros sobre educação.   
(Texto adaptado. Original disponível em: < http://veja.abril.com.br/210207/p_088.shtml>. Acesso em: 12 out. 2009.)

Sobre o texto II, responda às questões 2 e 3.
Questão 2.  Em “Esse é o cenário revelado pela maior e mais minuciosa pesquisa já feita no Brasil” (l. 1 e 2), a palavra destacada apresenta o mesmo sentido de:
(a) valiosa.          (b) curiosa.        (c) detalhada.      (d) preocupante.       (e) surpreendente.

Questão 3 “Brincar não é uma característica genética. Brincar é uma atividade que se aprende”. (l. 20 a 22) A ideia apresentada pelo educador Celso Antunes, nas frases acima, consiste:
(a) no prazer que todo pai deve ter ao brincar com seu filho.
(b) na capacidade genética que os filhos têm de aprender a brincar quando estimulados pelos pais.
(c) no valor genético que cada criança possui e que deve ser aproveitado pelos pais mediante brincadeiras.
(d) na importância do papel dos pais no desenvolvimento afetivo de seus filhos por meio também de brincadeiras.
(e) na necessidade de os pais brincarem no lugar de seus filhos para que estes possam aprender com seus exemplos.


TEXTO III
.


Questão 4. Apesar do espaço enorme para brincar, Maluquinho acaba brincando com o videogame. A atitude dele:
(a) revela uma “maluquice muito louca”.
(b) demonstra o menino criativo que ele é.
(c) confirma sua intenção no primeiro quadrinho.
(d) contraria a intenção revelada no início do texto.
(e) reforça o desejo de caprichar na escolha da brincadeira.

Questão 5. Nossa língua é riquíssima e nos oferece vários elementos para expressar o que sentimos e pensamos. No penúltimo quadrinho, o uso frequente das reticências indica que o Menino Maluquinho:
(a) não sabe o que fazer.                                                
(b) fica surpreso com sua ideia genial.
(c) fica dividido entre brincar e estudar.                          
(d) não se decide diante de tantas opções.
(e) interrompe seu raciocínio diante do espaço.

Questão 6. No primeiro e último quadrinhos, as expressões faciais do Menino Maluquinho mostram, respectivamente, os sentimentos de:
(a) euforia e alívio.
(b) alegria e depressão.
(c) animação e desprezo.
(d) entusiasmo e decepção.
(e) excitação e menosprezo. 

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